Em uma entrevista de emprego pode ou não ser uma entrevista agradável e tranquila, dependendo muito de como você se comportar. Sabemos que o nervosismo sempre esta ali pra nos atrapalhar.
Para causar uma boa impressão na entrevista de emprego o ideal é chegar ao local com 20 minutos de antecedência, entre na sala com postura corporal correta, não coloque os cotovelos na mesa e não masque chicletes.
Algumas dicas de entrevista é pesquisar sobre a empresa, conhecer o seu próprio currículo. Os erros mais comuns em uma entrevista são:
Vestir-se de forma incorreta, Chegar atrasado, Não cumprimentar as pessoas da recepção, falar em voz alta ao celular, fazer piadinhas de mau gosto, falar mal da empresa anterior.
A aparência é algo muito importante para a entrevista de emprego. A imagem adequada diz muito sobre o profissional.
Nascido ou tendo tornando-se especial após
anos de vida, o portador de deficiência física ou mental possui a mesma
dignidade que qualquer outro ser humano, devendo ser tratado com todo o
respeito. Não defendo um tratamento privilegiado. Apenas justo. Se todos
tiveram e ainda temos dificuldades para ingressar no mercado de trabalho,
imagine o deficiente.
Infelizmente, por desconhecimento,
preconceito ou acomodação, a maioria das empresas relega o programa ao segundo
plano, deixando de proporcionar trabalho às pessoas com produtividade similar a
dos demais e comprometimento muitas vezes maior, já que existe neles o
reconhecimento pela oportunidade que lhes foi dada.
Outros fatores que agravam a situação são a
falta de fiscalização e o fato de que raramente o deficiente reclama seus direitos,
mesmo quando é preterido num processo de seleção comprovadamente pela sua
situação física.
Empresas, que implantaram com sucesso o
Programa de Apoio à Pessoa Portadora de Deficiência Física, descobriram que têm
muito mais vantagens que desvantagens na decisão de assumir com seriedade o
referido programa.
O que lhes trouxe alguma esperança foi a lei
8.213/91, reforçada pelo decreto 3298/99 do MPAS (Ministério da Previdência e
Assistência Social) que obriga as empresas a admitirem deficientes, baseadas no
número de funcionários que possuem. As empresas que têm até 100 funcionários
não são obrigadas a empregar deficientes, mas já as que têm de 101 a 200,
precisam ter pelo menos 2% de deficientes entre os empregados. E assim por
diante, de 201 a 500, devem empregar pelo menos 3% de deficientes, de 501 a
1000, 4% e, mais de mil funcionários, 5% dos seus empregados devem ser
deficientes.
Veja abaixo o vídeo da música "Imagine" interpretada pelo grupo Glee, que mostra o quão importante é a inclusão social:
Pesquisa por: Breno
Fonte do Texto: http://www.rh.com.br/Portal/Responsabilidade_Social/Artigo/3630/jovens-deficientes-como-veem-e-como-sao-vistos-no-mercado-de-trabalho.html
Você quer uma oportunidade de emprego? Espalha
montanhas de currículos por aí?
Já participou de algum processo seletivo e ainda não foi chamado? Acha que não
tem mais chance? Não desanime, pois aqueles que venceram acreditaram e lutaram
até o fim.
J. de Oliveira durante muito tempo levantava de
manhã para ser um dos primeiros a chegar no SINE – Sistema Nacional de Emprego. Mas apesar de todo o esforço,
foram poucas as vezes que ele conseguia alguma coisa. Quando conseguia um
emprego, era temporário e assim que o contrato acabava ele estava desempregado
novamente.
Depois de algum tempo, J. de Oliveira arrumou um
emprego, não era o que ele queria, nem na área que estava acostumado a atuar, mas foi o suficiente para
suprir seus gastos.
Se você pensa que ele se contentou somente com
essa conquista, pensou errado. Nas horas vagas, J. busca novos cursos
profissionalizantes, para melhorar o seu currículo e assim poder disputar novas
vagas no mercado de trabalho.
Então, não desanime! Se for persistente e batalhar
pelo que vale a pena, logo você alcançará o seus objetivos. É só seguir o
ditado: “Água mole empedra, dura tanto bate
atéque fura”.